A
irresponsabilidade e a credulidade do brasileiro são doenças sociais, razão
pela qual o Princípio da Boa Fé, só deveria ser aplicado após um processo à
parte e concomitante com a ação principal. Boa fé se dá em questões que não se pode
avaliar tecnicamente, o resto é desleixo, preguiça e barateamento de despesas.
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