Existe alguma razão
não supérflua para ter uma rede cada vez maior?
Ou só devemos nos relacionar
com pessoas conhecidas ou que tenham reconhecida importância nos mercados?
Existe a necessidade de uma explicação técnica com relação a elaboração das
questões, uma vez que não fiz referência que, as pessoas não conhecidas, fazem
parte, estão inseridas na teoria dos seis degraus, ou seja, na classificação do
LinkedIn seriam contatos de segundo ou terceiro nível e, ainda, participante de
grupo comum. Em alguns casos, temos contatos até ao terceiro nível com dezenas
de contatos comuns no segundo nível.
Como constatado em pesquisas posteriores, a teoria dos seis degraus não
é precisa quanto ao sucesso em se conseguir um objetivo. É meramente uma
estatística de referencia, que no todo, trás uma variação de quase um sujeito.
A questão da imprecisão da teoria está relacionada com o meu objetivo ao propor
o tema, pois atender positivamente ao convite feito é uma manifestação da
vontade individual, salvo as pessoas que vivem na órbita do inconsciente
coletivo ou senso comum.
De modo geral as pessoas comentam e apontam para uma maior interação entre
os contatos, em especial, para discussões que agreguem valor aos conhecimentos
profissionais.
Mas se
observarmos com atenção, as manifestações foram poucas, como poucas são, quase
sempre, as discussões em todos os grupos. A priori, imagino existir muitos
paradigmas inadequados aos dias atuais, que versam sobre o uso da internet e,
especialmente, da forma como se comportar diante do mercado de trabalho.
Imaginemos
reunião de planejamento para participação em determinada licitação. No meio da
discussão, do banco de dados de currículos começa a surgir ideias e opiniões
sobre as melhores oportunidades de sucesso por item licitado. Seria uma cena de
horror que causaria pânico. Currículos não falam e candidatos, só se manifestam
se forem perguntados.
Presenciei um
processo seletivo em que o recrutador dava dois minutos para o candidato
convencê-lo de que deveria contratá-lo; foi uma tragédia. Outra vez, o
presidente de uma organização, demandado por um amigo que lhe pedira emprego,
respondeu que não havia problema. Bastava que ele (o candidato) escrevesse ao
diretor administrativo um e-mail se apresentando e expondo a sua pretensão e as
qualificações que justificassem a contratação; outra tragédia.
CURRÍCULO NÃO
FALA E CANDIDATO A VAGA DE EMPREGO SOMENTE RESPONDE. PENSO SEREM ESTES OS DOIS
PRIMEIROS PARADIGMAS QUE PRECISAM MUDAR.
Wagner
Winter
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